Avaliação antes do protocolo
A EMT é discutida a partir do seu histórico, não como indicação automática.
EMT tradicional, Theta-Burst e Protocolo SAINT de Stanford, conduzidos com avaliação psiquiátrica individualizada por Dr. Roberto Querido (RQE 9833).
A Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) atua em circuitos cerebrais específicos por meio de campos magnéticos — sem agulhas, sem anestesia e sem internação. Tem indicação médica definida e é um dos pilares do trabalho na Clínica Pacífico.
Aqui, a EMT não aparece como promessa pronta. Ela é uma possibilidade real, que precisa ser encaixada com critério dentro da sua história, do contexto clínico e dos seus objetivos. A definição do tratamento começa por uma avaliação psiquiátrica, não pelo equipamento.
A EMT costuma ser considerada quando o tratamento atual não está entregando o alívio esperado, quando os efeitos colaterais pesam no dia a dia ou quando o caso pede uma estratégia complementar avaliada com mais cuidado.
"Na prática clínica, a EMT não entra como uma resposta automática. Primeiro, é preciso entender o que já foi tentado, como o paciente respondeu e o que ainda está pesando na rotina."
— Dr. Roberto Querido · CRM-DF 14320 · RQE 9833
Para pacientes que já trocaram medicações, ajustaram doses ou passaram por diferentes abordagens sem resposta suficiente.
Quando efeitos colaterais, sonolência, queda de energia ou dificuldade de manter a rotina viram parte importante da conversa clínica.
A EMT pode ser discutida como possibilidade dentro de uma avaliação médica individualizada, sem substituir análise do histórico e dos riscos.
Você não precisa chegar com uma decisão pronta. A avaliação ajuda a entender se a EMT faz sentido para o seu momento, considerando histórico, tratamentos anteriores e objetivos do cuidado.
Depressão resistente, transtorno bipolar, ansiedade, TAG e TOC.
Burnout, estresse pós-traumático, dor crônica e fibromialgia.
TDAH, autismo, reabilitação pós-AVC, Parkinson e demências.
Quadros em que cansaço, queda de energia, dor ou dificuldade de manter a rotina entram na avaliação clínica.
Esta lista é orientativa. A indicação de EMT depende de avaliação médica individualizada, histórico clínico, tratamentos anteriores, riscos e objetivos do cuidado.
Você fala com a equipe pelo WhatsApp, que ajuda a organizar o melhor próximo passo.
Dr. Roberto analisa histórico, sintomas, tratamentos anteriores e contexto clínico para entender se a EMT entra — ou não — na conversa.
Havendo indicação, define-se o formato mais adequado (EMT tradicional, Theta-Burst ou SAINT) e a lógica do acompanhamento.
O tratamento segue com orientações claras e monitoramento ao longo do processo.
A avaliação abre o caso; ela não fecha, por si só, um plano pronto. Os próximos passos dependem do que for discutido na consulta.

A Clínica Pacífico opera com quatro aparelhos de EMT de última geração, todos com módulo de recarga rápida. Esse módulo é um equipamento caro e raro: é o que viabiliza Theta-Burst e o Protocolo SAINT em alta frequência. A estrutura conta ainda com neuronavegação e resfriamento a silicone.
O módulo de recarga rápida é o que torna possível condensar semanas de tratamento em poucos dias. Sem ele, muitas clínicas não conseguem oferecer Theta-Burst nem o SAINT.
Sem cirurgia, sem internação. O paciente faz a sessão e vai embora.
A sessão é feita com o paciente desperto e relaxado; é possível voltar à rotina logo depois.
Diferente do eletrochoque, a EMT não provoca convulsão nem perda de memória associada.
Pulsos magnéticos focalizados em circuitos específicos, com apoio de neuronavegação.
Costuma ser conduzida junto da medicação, sem exigir que o paciente pare os remédios por conta própria.
Técnica reconhecida pelo FDA, regulamentada pelo CFM e autorizada pela ANVISA.
Benefícios possíveis variam conforme o caso. A resposta ao tratamento é individual e discutida na avaliação.
Além da EMT tradicional, a Clínica Pacífico trabalha com protocolos avançados que reduzem o tempo de tratamento: o Theta-Burst e o Protocolo SAINT de Stanford. Eles existem para dar profundidade clínica e logística ao cuidado — não para transformar qualquer caso em protocolo premium. A indicação é sempre avaliada individualmente.
O que é
Uma evolução da EMT tradicional. Enquanto a EMT convencional leva de 20 a 30 minutos por sessão, o Theta-Burst entrega a mesma quantidade de estímulos em 3 a 10 minutos.
Por que funciona
Imita os padrões naturais de disparo dos neurônios (ondas theta), associado a uma neuroplasticidade mais rápida. Estudos posicionam eficácia equivalente à da EMT tradicional (taxa de resposta na faixa de 60–70%), com tempo de sessão reduzido em cerca de 70%.
Diferencial da clínica
Dr. Roberto tem treinamento em Theta-Burst no University College London, em Londres — onde a técnica foi desenvolvida. E os aparelhos da clínica possuem o módulo de recarga rápida necessário para executar o protocolo com potência total.
Ideal para
Pacientes com rotina intensa, que não conseguem dedicar 20 a 30 minutos por dia, ou que se beneficiam de um protocolo mais ágil.
O que é
O SAINT (Stanford Accelerated Intelligent Neuromodulation Therapy) condensa cerca de 6 semanas de EMT em 5 dias consecutivos. São 10 sessões por dia, totalizando 50 sessões, com Theta-Burst de alta frequência e intervalos estratégicos entre as sessões.
Para quem é indicado
Resultados em estudo
Em estudo da Universidade de Stanford (2021), o protocolo apresentou taxa de remissão em torno de 90% em depressão resistente, frente a 60–70% da EMT tradicional.
Diferencial da clínica
A clínica é uma das poucas no Brasil capacitadas para realizar o SAINT, que exige equipamento específico e treinamento avançado. Durante os 5 dias, há supervisão constante do Dr. Roberto, e a clínica orienta hospedagem próxima para quem vem de fora.
| EMT tradicional | Theta-Burst | Protocolo SAINT | |
|---|---|---|---|
| Duração total | 4 a 6 semanas | 4 a 6 semanas | 5 dias |
| Sessões por dia | 1x | 1x | 10x |
| Tempo por sessão | 20 a 30 min | 3 a 10 min | 3 a 5 min cada |
| Indicado para | Casos padrão, rotina flexível | Rotina intensa, sessões rápidas | Urgência, mora fora, casos graves |
Qual protocolo faz sentido para você é uma decisão clínica, definida na avaliação.

O atendimento é conduzido pelo Dr. Roberto Querido, médico psiquiatra responsável por avaliar o caso e definir, com critério, se a EMT faz sentido e em que formato. Sua formação em neuromodulação inclui especialização em EMT na Harvard Medical School (EUA) e no IPq-HCFMUSP, além de treinamento em neuronavegação e EMT no University College London (Inglaterra). Para o paciente, isso se traduz em raciocínio clínico, atualização técnica e clareza na decisão.
Não. O paciente sente apenas leves toques (parecidos com batidas rítmicas) na região tratada. O procedimento é feito acordado e relaxado, sem anestesia, sem sedação e sem nada invasivo. O resfriamento a silicone ajuda no conforto ao longo da sessão.
Não por conta própria. A EMT costuma ser conduzida junto do tratamento medicamentoso e, em muitos casos, pode potencializar a ação dos antidepressivos. Qualquer ajuste de medicação é decidido na avaliação médica.
A EMT geralmente não causa os efeitos colaterais sistêmicos comuns a medicamentos, como ganho de peso, alteração de libido ou sonolência. Alguns pacientes podem relatar leve dor de cabeça passageira nas primeiras sessões, que costuma ceder rápido. O contexto muda de pessoa para pessoa e é avaliado individualmente.
Sim. Como não há sedação, é possível retomar a rotina logo após o procedimento, sem restrições motoras ou cognitivas.
Não. São tecnologias distintas. O eletrochoque usa corrente elétrica para induzir convulsão sob anestesia geral. A EMT usa pulsos magnéticos focalizados (tecnologia parecida com a da ressonância magnética), de forma precisa, sem convulsão e com o paciente consciente.
O protocolo convencional costuma prever sessões de segunda a sexta, por 4 a 6 semanas, com 20 a 30 minutos por sessão. Com Theta-Burst, cada sessão fica em 3 a 10 minutos. Com o SAINT, o tratamento é condensado em 5 dias. O plano final é definido por Dr. Roberto, conforme o caso.
Não há uma resposta única que sirva para todos. A expectativa deve ser construída a partir do quadro clínico, do protocolo e do acompanhamento. Parte dos pacientes relata melhora ao longo das primeiras semanas, mas isso varia de pessoa para pessoa.
Por ser não invasiva e sem sedação, a EMT pode ser avaliada em diferentes faixas etárias, inclusive em casos pediátricos (como autismo e TDAH) e em idosos que buscam evitar interações medicamentosas. A indicação e o protocolo são sempre definidos por avaliação individual.
É uma evolução da EMT tradicional. O Theta-Burst entrega a mesma quantidade de estímulos em 3 a 10 minutos (contra 20 a 30 da técnica convencional), imitando os padrões naturais de disparo neuronal. Nem todo aparelho de EMT consegue executá-lo — é preciso o módulo de recarga rápida, presente nos aparelhos da clínica.
O SAINT é um protocolo intensivo para depressão resistente que condensa cerca de 6 semanas de EMT em 5 dias consecutivos, com 10 sessões diárias (50 no total) usando Theta-Burst de alta frequência. Estudo de Stanford (2021) indicou taxa de remissão em torno de 90% em casos graves. A elegibilidade é avaliada caso a caso.
A clínica recebe pacientes de diferentes estados, especialmente para protocolos acelerados (Theta-Burst e SAINT). Orientamos sobre tempo de permanência em Brasília, organização das sessões e indicação de hospedagem próxima.
O atendimento é particular. A EMT não está no rol obrigatório da ANS, mas a clínica fornece a documentação necessária para que você solicite reembolso junto à operadora, conforme as regras do seu plano.
Para entender se a EMT — e qual protocolo — faz sentido no seu caso, o próximo passo é uma avaliação bem conduzida, com clareza sobre indicação, formato e acompanhamento.
Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h. A equipe responde diretamente pelo WhatsApp. Não fazemos diagnóstico nem indicamos protocolo por mensagem — isso é definido na avaliação presencial com o médico.